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A reforma tributária começou a valer em 2026, ano de testes em que não há cobrança efetiva do IBS e da CBS, mas já é hora de organizar a casa. O setor cultural conquistou uma redução de 60% na alíquota para produções audiovisuais, incluindo filmes, séries, documentários e clipes, além de ingressos de cinema e direitos autorais. Só que a letra da lei ainda deixa perguntas em aberto: como essa redução se aplica na prática a contratos de coprodução, prestação de serviço, bilheteria e streaming, e o que muda na forma de emitir nota fiscal e fechar contrato a partir de agora. Produtoras e exibidoras já começaram a redesenhar contratos e processos para 2026, mas boa parte do mercado ainda não sabe por onde começar.

Esta oficina traduz a reforma tributária para quem faz e exibe cinema no dia a dia: o que já está garantido, o que ainda depende de regulamentação, e quais ajustes práticos toda produtora, distribuidora e exibidora, pequena ou grande, precisa fazer agora para não ser pega de surpresa quando a cobrança de fato começar.