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Decolonizando o audiovisual

O termo decolonização ainda é pouco conhecido pelo público em geral, mas tem entrado cada vez mais na pauta de diversos setores.

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O termo decolonização ainda é pouco conhecido pelo público em geral, mas tem entrado cada vez mais na pauta de diversos setores. O conceito surge como uma proposta para desconstruir padrões impostos aos povos colonizados, trazendo a perspectiva de mais espaço e visibilidade aos grupos e movimentos historicamente marginalizados. 

Neste painel vamos falar sobre como o mercado audiovisual pode trabalhar mais e melhor a partir de uma lógica decolonial. Uma das participantes é Caia Maria Coelho, cineasta travesti, pesquisadora e escritora transfeminista, que ao lado de Pethrus Tibúrcio idealizou o primeiro acervo audiovisual de diretores trans brasileiros, o Tela Trans. Além dela, estará presente na conversa Rodrigo Antonio, idealizador do Matapi-Mercado Audiovisual do Norte (2018-2021), representante do Brasil no Comitê do Global Impact Producers Alliance (GIPA) e Diretor-Presidente da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (APAN) fará parte da conversa.

 

Joana Henning, CEO da Escarlate Conteúdo Audiovisual e Experiências Criativas, completa o painel, trazendo, entre outras experiências, a questão da cláusula de inclusão. A moderação será do jornalista Cássio Aoqui, homem cis, gay, sócio-fundador e diretor-executivo da consultoria ponteAponte. Cássio tem como foco de atuação e pesquisa temas relacionados à sociedade civil a partir da perspectiva decolonial.

 

O painel acontece na sexta-feira (23/9), às 10h, na sala Spcine do Cine Marquise. Garanta sua credencial para a Expocine 2022 aqui

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